Pois bem, vamos oficialmente mudar de casa amanhã. farei uma reportagem fotografia para mostrar a beleza de viver nas alturas, abandonando a parte rústica de Chicago. Afinal, sou efectivamente urbana e viver no campo não me atrai.
Com a mudança agendada para amanhã, hoje foi dia de agilizar as alterações, e por isso, passei a tarde a empacotar as roupas que já estavam bem penduradinhas no meu armario, e a arrumar todas as coisas que existem nesta casa. Excepção feita ao computador e a umas escassas peças de roupa que me servirão para hoje e amanhã.
Por cá, para além da novidade da mudança, descobri que não tenho tuberculose. Pois bem, também tinha descoberto que Portugal é um pais de risco, e nesse mesmo sentido qualquer dia deixam-nos de quarentena antes de contactar com sere humanos e/ou com animais.
Até amanhã, estarei a 1 hora de distancia de Chicago em commute (autocarro, metro, comboi, a pé... toda esta combinação era possivel e resultava sempre num tempo superior a 1h), o que significa que hoje marquei o teste às 8h40m. Contas feitas, acordei às 7h e tratei de correr para não me atrasar, não fosse o Hospital aplicar-me uma penalização qualquer.
Pergunta pertinente neste momento: tinha aulas às 9h, certo? errado!!! hoje não tinha aulas. Então foi mesmo acordar cedo por acordar cedo!!!!
Depois fui ter com o João a Kellogg, e tentamos almoçar, o que basicamente resultou em eu ficar sozinha no restaurante de Evanston e o João sair a correr com uma caixinha de sanduiche e batatas fritas na mão.
Quando resolvi regressar a casa a pé (com o computador ao colo e outros tantos livros do joão que me voluntariei a trazer), decobri que o commute é rápido e que não devia andar a praguejar tanto, já que demorei uma eternidade a chegar a casa. O que vale é que vinha acompanhada por um ESQUILO. ...
Agora vou para a festinha dos JV's e dos estudantes, leia-se das desocupadas e dos alunos cá da terra... novidades e fotografias do evento ficam já prometidas.